REGIÃO DO ALTO TIETÊ – Cidade de SUZANO
Festa do Padroeiro: o Mártir São Sebastião
No dia 20 de janeiro é Feriado Municipal
Neste ano 2009 é Terça-Feira
Festa do Padroeiro: o Mártir São Sebastião
No dia 20 de janeiro é Feriado Municipal
Neste ano 2009 é Terça-Feira
A igreja Matriz de Suzano,
P a r ó q u i a d e S ã o S e b a s t i ã o
Um Poco de Historia
Naqueles longínquos tempos, o lugar conhecido como Vila da Piedade, passou a ser chamado Vila de São Sebastião do Guaió, nome do pequeno afluente do rio Tietê, que ainda percorre timidamente pela nossa cidade, na divisa com o Município de Poá.
A Paróquia de São Sebastião
A Capela de São Sebastião foi elevada à categoria de Paróquia pelo Sr. Arcebispo de São Paulo em 1940, e no dia 8 de dezembro se realizou uma procissão para comemorar este fato. Era a Festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, e o nome da Paróquia passou a ser o de São Sebastião do Guaió.
Até essa data a Capela pertencia à Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, de Poá. Por isso pode-se considerar como algo certo que o Beato Padre Eustáquio, “O Vigário de Poá”, deve ter celebrado Missa na primitiva igreja de Suzano. Uma rua da cidade leva seu nome, frente ao Hospital Campos Sales entre a Rua Antonio Marques Figueira e a Av. Marginal do Una.
A bela Paróquia de São Sebastião do Guaió foi demolida pelos Padres Oblatos de Maria Imaculada no final dos anos 40 do século XX. O singelo altar desta primeira Matriz se conserva hoje na Capela da Piedade no bairro de Baruel. No lugar foi construído um Salão Paroquial, na praça, onde celebravam missas, casamentos, batizados e outros eventos.
Em 5 de junho de 1956 teve lugar a benção da pedra fundamental da nova igreja, feita pelo Padre Jaime Nickerson OMI, pároco que foi por seis anos.
Um pouco de Historia
Marinheiro e aventureiro, Baruel chegou às terras do nosso atual Município (na atualidade seu nome se conserva no lugar onde existe uma Capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade, bairro de Baruel, em Palmeiras) a procura de ouro e de um pouco de repouso. Seus quatro filhos foram sacerdotes. Ao Pe. Francisco Baruel, jesuíta, coube-lhe a missão de catequizar os índios da região. Nas terras da sua família construiu uma Capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade, em torno da qual se constituiu um povoado. Deveria ser na segunda metade do século XVII.
No final do século XIX, em 1875, foi inaugurada a Estrada de Ferro Central do Brasil que ligava a cidade de São Paulo a Mogi das Cruzes. Para o reabastecimento de lenha para as máquinas a vapor daquela época, existia a Parada Piedade.
No ano de 1879, Antônio Marques Figueira, feitor da Estrada de Ferro São Paulo – Rio de Janeiro, que cortava os Campos de Mirambava, estabeleceu-se na região da Vila da Piedade.
Em 1885 construiu a primeira casa, e seu irmão Thomé Marques Figueira chegou também à cidade. Foi em 1890 que os dois irmãos mandaram elaborar a planta da cidade, a qual foi feita pelo Conde Romariz.
Construiram a primeira igreja no centro urbano, próxima à estrada de ferro, e no dia 20 de janeiro de 1897, festa litúrgica do Mártir São Sebastião, foi celebrada a primeira Missa nesta grande Capela a ele dedicada; e São Sebastião foi proclamado Padroeiro do povoado que crescia.
Nesta década os moradores da Vila da Piedade pediram para transformar a Parada Piedade numa estação para embarque e desembarque de passageiros.
O novo administrador da Cia. Estrada de Ferro Central do Brasil e quem autorizou a nova estação foi o engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão.
Com o estabelecimento do regime republicano e a separação da Igreja e do Estado, foram se perdendo os nomes religiosos de muitas cidades. A Vila da Piedade ou Vila de São Sebastião do Guaió – conhecida também por este nome por causa da igreja recem construida – e a Parada Piedade, desapareceram em homenagem ao nobre engenheiro Suzano.
Nos primeiros dias do ano 1947 a população da Vila era de 13.179 habitantes. Suzano alcançou sua independência administrativa (desde o 27 de dezembro de 1919 era Distrito de Mogi das Cruzes) a 2 de abril de 1949. As estimativas no primeiro semestre de 2005 dão ao Município de Suzano a soma 270.566 habitantes.
A Diocese de Mogi das Cruzes
No dia 30 de dezembro de 1962 foi instalada a Diocese de Mogi das Cruzes, criada pelo Papa João XXIII pela Bula “Quo Christiana” com a data de 9 de junho, e abrange os seguintes Municípios da Região chamada do Alto Tietê: Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.
Seu primeiro Bispo Diocesano foi o Exmo. e Revmo. Dom Paulo Rolim Loureiro, que a governou até seu falecimento em 2 agosto 1975. O segundo Bispo foi Dom Emílio Pignoli, transferido em 1989 para a recém-criada Diocese de Campo Limpo. O terceiro Bispo foi Dom Paulo Antonino Mascarenhas Roxo, O.Praem, que ao cumprir 75 anos em 2004 apresentou sua renúncia obedecendo as normas atuais do Direito Canônico.
Na atualidade é Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes o Exmo. e Revmo. Dom Airton José dos Santos. A igreja matriz de Suzano, a Paróquia de São Sebastião, tem à sua frente o Pároco Padre Ademir Andrade de Sá. Seu endereço é Praça João Pessoa, 158 – Centro – 08674-040 – Suzano. Tel/fax: (11) 4748-1534.
No dia da festa do Padroeiro é feriado Municipal
A Paróquia de São Sebastião
A Capela de São Sebastião foi elevada à categoria de Paróquia pelo Sr. Arcebispo de São Paulo em 1940, e no dia 8 de dezembro se realizou uma procissão para comemorar este fato. Era a Festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, e o nome da Paróquia passou a ser o de São Sebastião do Guaió.
Até essa data a Capela pertencia à Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, de Poá. Por isso pode-se considerar como algo certo que o Beato Padre Eustáquio, “O Vigário de Poá”, deve ter celebrado Missa na primitiva igreja de Suzano. Uma rua da cidade leva seu nome, frente ao Hospital Campos Sales entre a Rua Antonio Marques Figueira e a Av. Marginal do Una.
A bela Paróquia de São Sebastião do Guaió foi demolida pelos Padres Oblatos de Maria Imaculada no final dos anos 40 do século XX. O singelo altar desta primeira Matriz se conserva hoje na Capela da Piedade no bairro de Baruel. No lugar foi construído um Salão Paroquial, na praça, onde celebravam missas, casamentos, batizados e outros eventos.
Em 5 de junho de 1956 teve lugar a benção da pedra fundamental da nova igreja, feita pelo Padre Jaime Nickerson OMI, pároco que foi por seis anos.
Um pouco de Historia
Marinheiro e aventureiro, Baruel chegou às terras do nosso atual Município (na atualidade seu nome se conserva no lugar onde existe uma Capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade, bairro de Baruel, em Palmeiras) a procura de ouro e de um pouco de repouso. Seus quatro filhos foram sacerdotes. Ao Pe. Francisco Baruel, jesuíta, coube-lhe a missão de catequizar os índios da região. Nas terras da sua família construiu uma Capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade, em torno da qual se constituiu um povoado. Deveria ser na segunda metade do século XVII.
No final do século XIX, em 1875, foi inaugurada a Estrada de Ferro Central do Brasil que ligava a cidade de São Paulo a Mogi das Cruzes. Para o reabastecimento de lenha para as máquinas a vapor daquela época, existia a Parada Piedade.
No ano de 1879, Antônio Marques Figueira, feitor da Estrada de Ferro São Paulo – Rio de Janeiro, que cortava os Campos de Mirambava, estabeleceu-se na região da Vila da Piedade.
Em 1885 construiu a primeira casa, e seu irmão Thomé Marques Figueira chegou também à cidade. Foi em 1890 que os dois irmãos mandaram elaborar a planta da cidade, a qual foi feita pelo Conde Romariz.
Construiram a primeira igreja no centro urbano, próxima à estrada de ferro, e no dia 20 de janeiro de 1897, festa litúrgica do Mártir São Sebastião, foi celebrada a primeira Missa nesta grande Capela a ele dedicada; e São Sebastião foi proclamado Padroeiro do povoado que crescia.
Nesta década os moradores da Vila da Piedade pediram para transformar a Parada Piedade numa estação para embarque e desembarque de passageiros.
O novo administrador da Cia. Estrada de Ferro Central do Brasil e quem autorizou a nova estação foi o engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão.
Com o estabelecimento do regime republicano e a separação da Igreja e do Estado, foram se perdendo os nomes religiosos de muitas cidades. A Vila da Piedade ou Vila de São Sebastião do Guaió – conhecida também por este nome por causa da igreja recem construida – e a Parada Piedade, desapareceram em homenagem ao nobre engenheiro Suzano.
Nos primeiros dias do ano 1947 a população da Vila era de 13.179 habitantes. Suzano alcançou sua independência administrativa (desde o 27 de dezembro de 1919 era Distrito de Mogi das Cruzes) a 2 de abril de 1949. As estimativas no primeiro semestre de 2005 dão ao Município de Suzano a soma 270.566 habitantes.
A Diocese de Mogi das Cruzes
No dia 30 de dezembro de 1962 foi instalada a Diocese de Mogi das Cruzes, criada pelo Papa João XXIII pela Bula “Quo Christiana” com a data de 9 de junho, e abrange os seguintes Municípios da Região chamada do Alto Tietê: Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano.
Seu primeiro Bispo Diocesano foi o Exmo. e Revmo. Dom Paulo Rolim Loureiro, que a governou até seu falecimento em 2 agosto 1975. O segundo Bispo foi Dom Emílio Pignoli, transferido em 1989 para a recém-criada Diocese de Campo Limpo. O terceiro Bispo foi Dom Paulo Antonino Mascarenhas Roxo, O.Praem, que ao cumprir 75 anos em 2004 apresentou sua renúncia obedecendo as normas atuais do Direito Canônico.
Na atualidade é Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes o Exmo. e Revmo. Dom Airton José dos Santos. A igreja matriz de Suzano, a Paróquia de São Sebastião, tem à sua frente o Pároco Padre Ademir Andrade de Sá. Seu endereço é Praça João Pessoa, 158 – Centro – 08674-040 – Suzano. Tel/fax: (11) 4748-1534.
No dia da festa do Padroeiro é feriado Municipal
No ano de 1972, a Câmara Municipal de Suzano oficializou o dia 20 de janeiro como feriado municipal. Neste ano houve Procissão pelas ruas do centro da cidade, e o andor foi carregado por integrantes da guarnição de Suzano, em fardamento de gala, e banda militar.
Este feriado municipal foi eliminado posteriormente e as festas em honra a São Sebastião passaram a ser realizadas nos domingos próximos ao 20 de janeiro.
Em 2005, atendendo um pedido da Vereadora Terezinha Rodrigues, a Câmara Municipal voltou a oficializar o dia da festa de São Sebastião como feriado municipal.
Novas paróquias atendem o crescimento da cidade
O Município de Suzano conta na atualidade, além da Matriz, com as paróquias do Bom Pastor (na Cidade Edson), São Francisco de Assis (em Palmeiras), a quase-paróquia do Divino Espírito Santo (no Raffo), Nossa Senhora Mãe do Redentor (na Vila Amorim), Santa Susana (no SESC), e a nova Paróquia de Santa Rita de Cássia (no Jardim Revista). E mais de 57 Capelas por todos os bairros do Município.
Estas paróquias são atendidas pelos Padres Ademir Andrade de Sá (na Matriz de São Sebastião), Pe. Cláudio Taciano da Silva Querino (Bom Pastor), Pe. Antonio G. de Barros Lopes (São Francisco de Assis), Pe. Fábio Aloísio Almeida (Divino Espírito Santo), Pe. Lázaro Aparecido Sales (Nossa Senhora Mãe do Redentor), Pe. Romolo Avagliano Rodrigues (Santa Susana) e Pe. Luis Alberto Hidalgo (Santa Rita de Cássia). Também reside no Jardim Colorado o Diácono Permanente Revmo. José Maria de Oliveira.
Este feriado municipal foi eliminado posteriormente e as festas em honra a São Sebastião passaram a ser realizadas nos domingos próximos ao 20 de janeiro.
Em 2005, atendendo um pedido da Vereadora Terezinha Rodrigues, a Câmara Municipal voltou a oficializar o dia da festa de São Sebastião como feriado municipal.
Novas paróquias atendem o crescimento da cidade
O Município de Suzano conta na atualidade, além da Matriz, com as paróquias do Bom Pastor (na Cidade Edson), São Francisco de Assis (em Palmeiras), a quase-paróquia do Divino Espírito Santo (no Raffo), Nossa Senhora Mãe do Redentor (na Vila Amorim), Santa Susana (no SESC), e a nova Paróquia de Santa Rita de Cássia (no Jardim Revista). E mais de 57 Capelas por todos os bairros do Município.
Estas paróquias são atendidas pelos Padres Ademir Andrade de Sá (na Matriz de São Sebastião), Pe. Cláudio Taciano da Silva Querino (Bom Pastor), Pe. Antonio G. de Barros Lopes (São Francisco de Assis), Pe. Fábio Aloísio Almeida (Divino Espírito Santo), Pe. Lázaro Aparecido Sales (Nossa Senhora Mãe do Redentor), Pe. Romolo Avagliano Rodrigues (Santa Susana) e Pe. Luis Alberto Hidalgo (Santa Rita de Cássia). Também reside no Jardim Colorado o Diácono Permanente Revmo. José Maria de Oliveira.
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