Arautos de Suzano

A Jesus pelas mãos de Maria, com o Papa e os Arautos do Evangelho!

domingo, 16 de julho de 2017

Virgem do Escapulário, protegei-nos!




NOVO LIVRO: São José: Quem o conhece?, por Mons. João Clá

São José: Quem o conhece?...

Ao entrar no mundo, o Menino Jesus já estava amparado pelo afeto da melhor das mães, Maria Santíssima. Mas para custodiá-Lo e defendê-Lo de todos os perigos um só homem foi escolhido: São José, a quem o próprio Padre Eterno elegeu para ser, nesta terra, o pai virginal de seu Filho. Tal proximidade com Deus feito Homem permitiu-lhe beneficiar-se como ninguém, depois de Nossa Senhora, dos efeitos da Encarnação, tendo sido santificado de modo superabundante por esse Divino Infante que o chamaria de pai.

Entretanto, ao longo de diversos estudos sobre São José, Mons. João Scognamiglio Clá Dias deu-se conta de quão desconhecido é esse extraordinário Santo, surgindo em seu interior o veemente desejo de escrever um livro a fim de compor sua autêntica fisionomia moral e conduzir os filhos da Santa Igreja a essa sublime devoção, sinal de predileção e via segura para os braços maternais de Maria Santíssima. Eis que agora ele oferece o fruto de sua piedade e de sua contemplação.

Nesta obra procura-se aliar a sólida doutrina, exposta de forma fundamentada, clara e ortodoxa, a uma leitura amena, mas útil para cultivar importantes aspectos de nossa Fé. Espera-se, assim, mover os espíritos à degustação sobrenatural dos mistérios e das virtudes de São José.

De fato, muitas verdades ainda não manifestadas sobre o glorioso Patriarca devem ser proclamadas do alto dos telhados, para deixar patente a grandeza oculta desse varão. Tanto mais que, nesta hora de crise e de tragédia na qual se encontra o mundo e a Igreja, sua figura há de tomar um realce providencial. O casto esposo de Maria aparecerá em todo o seu esplendor, como nunca antes na História, para que os fiéis recorram a ele enquanto insigne defensor dos bons.

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Os livros poderão ser divulgados por um preço unificado para todo o Brasil: R$ 20,00.

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sábado, 8 de julho de 2017

Nossa Senhora de Fátima em Braz Cubas

Festa do Divino Espírito Santo na Paróquia de Braz Cubas, Mogi das Cruzes

Mogi das Cruzes, SP – Distrito de Braz Cubas – Sábado, 8 de julho de 2017
Durante a Novena ao Divino Espírito Santo celebrada na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Roque, no día sábado 8 de julho foi realizada a "Entrada dos Palmitos", tradicional lembrança da chegada dos produtos do Campo à Cidade.
As Pastorais da Paróquia desfilaram também neste dia de festa.
Os Arautos do Evangelho estiveram presentes com a Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria de Fátima.
O Pároco, Rvdo. Padre Francisco Deragil participou neste belo desfile pelas ruas do Distrito de Braz Cubas.

Fidelidade à Santa Sé, razão da plena expansão dos Arautos do Evangelho

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Fidelidade à Santa Sé, razão da plena expansão dos Arautos do Evangelho
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terça-feira, 4 de julho de 2017

Arquidiocese de São Salvador da Bahia

Arquidiocese Primaz do Brasil publica nota de Esclarecimento dos Arautos do Evangelho

Arquidiocese Primaz do Brasil publica nota de Esclarecimento dos Arautos do Evangelho.jpg
Salvador - Bahia (Segunda-feira, 03-07-2017, Gaudium Press) O site da Arquidiocese de São Salvador da Bahia publicou, uma nota de esclarecimento dos Arautos do Evangelho assinada pelo Padre Alex Barbosa de Brito EP no dia 29 de junho, Festa de São Pedro e São Paulo. O texto trata a respeito dos vídeos e notícias envolvendo o nome dos Arautos, de seu Fundador e de uma visita apostólica.
Sobre os vídeos, o sacerdote explica que são antigos e foram "subtraídos de modo indevido, com divulgação alterada". Além disso, "a Associação Arautos do Evangelho tomou as providências necessárias, à luz da Teologia Católica e segundo os princípios do Direito Canônico, e deu o assunto como encerrado".
Já sobre a renúncia do Fundador da Ordem, Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, o Padre Alex esclarece que ela "já estava prevista há certo tempo e se efetivou com serenidade, também de acordo com os fundamentos do Direito Canônico".
"Com efeito, tendo em vista o grande crescimento e proporção atingidos pela obra nascida de suas mãos, Mons. João Scognamiglio Clá Dias julgou por bem se elevar à posição de mediador junto a Deus pelos seus, a fim de que um de seus filhos espirituais continue a obra por ele começada. Contudo, não caberá a um outro a missão de pai, pois o papel dele junto a seus filhos é insubstituível, uma vez que ele foi por Deus constituído como verdadeiro modelo e guia, ademais de guardião deste carisma", informa a nota.
Por fim, ao tratar da possível visita apostólica, o presbítero afirma que esse é um fato natural que "pode ocorrer em qualquer momento junto a um instituto religioso", visando "ajudar nas orientações e objetivos em todos os níveis".
O Conselheiro dos Arautos do Evangelho conclui a nota citando um trecho do texto do Tratado contra as heresias, de Santo Irineu Bispo: "a diversidade de carismas, os ministérios, a glorificação do Pai, tudo isto, como uma sinfonia bem composta e harmoniosa, Ele [Jesus] manifestou aos homens, no tempo próprio, para seu proveito. Porque onde há composição, há harmonia; onde há harmonia, tudo acontece no tempo próprio; e quando tudo acontece no tempo próprio, há proveito". (EPC)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/88332#ixzz4lpOwW05T
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Jesus, Verdade e divisão

Editorial Revista Arautos do Evangelho, Julho 2017
"Saiu o semeador a semear a sua semente" (Lc 8, 5). O campo somos nós, estes corações onde a mão de Deus deita amorosamente a semente da graça, na esperança de ver neles frutificar a virtude em abundância de boas obras. Contudo, estes corações recebem de formas muito diversas estas sementes: alguns como terra pisada, outros como espinhos, outros ainda como pedras, e só uma parte como terra boa (cf. Lc 8, 5-8).
Ademais, explica-nos Jesus que o Divino Agricultor não Se encontra sozinho agindo no campo. Muitos outros, junto com Ele, também estão semeando: uns, o trigo verdadeiro, e outros, o joio. Assim, num mesmo pedaço de terra, ambos são semeados juntos, crescem juntos e são até ceifados juntos… mas, numa fração de instante, são bruscamente separados: o joio é queimado, e o trigo recolhido (cf. Mt 13, 24-30).
Por quê? Porque Deus ama a virtude e odeia a iniquidade (cf. Hb 1, 9), e "não deixará prevalecer por muito tempo o domínio dos malvados sobre a sorte dos seus justos" (Sl 124, 3).
Quando será a colheita? No momento em que a humanidade menos o esperar, pois "o dia do Senhor virá como um ladrão" (I Tes 5, 2); quando ela, na sua prepotência, julgar poder impunemente levantar seu braço contra Deus, "então repentinamente lhes sobrevirá a destruição" (I Tes 5, 3). Para isto bastará um instante, pois satanás caiu do Céu "como um relâmpago" (Lc 10, 18); assim também "quem estiver no terraço e tiver os seus bens em casa não desça para os tirar" (Lc 17, 31).
Quem operará a ceifa e a posterior separação? O próprio Deus, todo-poderoso, que, embora faça "chover sobre os justos e sobre os injustos" (Mt 5, 45), premeia os bons e castiga os maus (cf. Mt 25, 46), e separará uns dos outros pelo ministério de seus Santos Anjos (cf. Mt 13, 49). Por isso o Divino Mestre, que é "o Caminho, a Verdade e a Vida" (Jo 14, 6), afirma não ter vindo trazer a paz, mas a divisão (cf. Lc 12, 51), de modo que "haverá numa mesma casa cinco pessoas divididas, três contra duas, e duas contra três" (Lc 12, 52).
Finalmente, como será separado o joio do trigo? Apresentando-se a Verdade. Com efeito, ela esclarece, revela e divide; ela une, fortalece e salva os bons, mas desmascara, confunde e dissipa os maus. A Verdade é como a luz: diante daquela não resiste a maldade, como tampouco as trevas logram vencer a claridade. O Absoluto define, e Deus julga. O destino eterno se decide em função da opção que cada um faz perante a Verdade.
Isto explica as perseguições, os martírios e as bem-aventuranças, pois "assim perseguiram os profetas" (Mt 5, 12), e "se Me perseguiram a Mim, também vos hão de perseguir" (Jo 15, 20). Deste modo, perseguindo a Deus em seus filhos, cumprem "as profecias que se leem todos os sábados" (At 13, 27), muitas vezes sem disto sequer dar-se conta.
Portanto, a vitória de Deus é questão de tempo, e pouco! Importa permanecer n'Ele, para que "tenhamos confiança e não sejamos confundidos" (I Jo 2, 28) quando vier.