A Jesus pelas mãos de Maria, com o Papa e os Arautos do Evangelho!

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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Padre brasileiro pede ao Papa que inclua São José entre os símbolos da JMJ

Campinas - SP (Quarta-feira, 24-07-2013, Gaudium Press) -Aproveitando a estada do Papa Francisco no Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, o Padre Luiz Roberto Di Lascio, sacerdote brasileiro que atua na Arquidiocese de Campinas escreveu uma carta para o Santo Padre.
 
O Padre Di Lascio é devoto e grande propagador da devoção a São José e sugere ao Papa que o Santo seja incluído entre os símbolos da JMJ que peregrinam pelo mundo, a Cruz da Jornada e o ícone de Nossa Senhora, oferecidos pelo Beato João Paulo II.
 
Em sua carta, o sacerdote de Campinas argumenta que "São José se apresenta para dar esse novo sentido e preencher essa dolorosa lacuna na vida de milhares e milhares de jovens, esse vazio que é a carência paterna".
 
"São José! Estava faltando essa pérola preciosa no colar do coração da cristandade", avalia o sacerdote em sua carta ao Papa.
 
O Padre Di Lascio, que foi entrevistado nesta manhã pela Gaudium Press, diz que muitos são os fatos que o motivaram a escrever para o Papa. Além da devoção pessoal por São José, ele afirma: "o Papa sempre teve São José muito presente no seu ministério episcopal e sacerdotal na Argentina".
 
E o sacerdote indica outras motivações para acreditar numa resposta positiva do Santo Padre para sua carta: ele tomou posse no dia 19 de março, Dia de São José; Consagrou o Estado do Vaticano a São José na semana passada; Determinou que fosse incluído São José no Canon da missa nas orações eucarísticas II,III,IV; traz no seu brasão papal A Flor de Nardo, cacho e uvas, que indica a devoção a São José.
 
Nosso entrevistado é Pároco da Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, em Campinas e é o autor do livro "São José, Patrono de Nosso Tempo". Para ele, a figura de São José é importante de ser destacada como modelo de varão que é educador, mantenedor da família, pai, modelo de santidade, esposo.
 
"Rogo a Deus para que esta carta chegue a tempo e, quem sabe?, possa Sua Santidade nos presentear com sua concordância para a inserção de São José no coração da Jornada Mundial da Juventude. Desse modo, possa São José, a partir de hoje, se tornar mais conhecido e amado. Possa, ele, junto com Maria, sua santíssima esposa, preencher o vazio existencial que toma conta dos corações de nossos jovens, e possa, assim, dar-lhes, mercê de sua amorosa proteção de pai, um novo sentido às suas vidas", argumenta ainda em sua carta, o Padre Di Lascio. (JSG)


Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/48965#ixzz2a172KwuY
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.
 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dom Airton faz Nota sobre a Renuncia do Papa

Nota da Arquidiocese de Campinas sobre a Renúncia do Papa Bento XVI

11/02/2013
Setor Imprensa
A Arquidiocese de Campinas recebeu, com surpresa, o anúncio do Santo Padre indicando sua renúncia. Nela o Sumo Pontífice diz claramente: "renuncio ao Ministério de Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, que me foi confiado por meio dos Cardeais em 19 de abril de 2005, de modo que, a partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro ficará vaga".
Reconhecemos a grandiosidade na humilde decisão de renunciar e, mesmo comovidos, nos irmanamos a ele. Convidamos toda a Arquidiocese de Campinas para manifestar a comunhão com o Santo Padre nesse momento em que a Igreja mais precisa do seu Pastor. Ao mesmo tempo, sugerimos que se destaque, em nossas igrejas, capelas, comunidades e organismos a fotografia do Santo Padre o Papa Bento XVI. Peço a todos que, confiantes no Espírito Santo, que sempre conduz a Igreja de Cristo, rezem pelo Papa Bento XVI e por aquele que será eleito, sucessor do Apóstolo São Pedro.
Dom Airton José dos Santos
Arcebispo Metropolitano de Campinas
Coletiva de Imprensa
O Arcebispo Metropolitano de Campinas, Dom Airton José dos Santos, concederá Coletiva à Imprensa, sobre o anúncio da renúncia do Papa Bento XVI, hoje, 11 de fevereiro de 2013, às 16h00, após a Missa dos Enfermos na Igreja Nossa Senhora de Lourdes, situada à Rua Gonçalves César, 79, Guanabara, Campinas, SP (veja a localização aqui). Tel. (19) 3243.4337
Setor Imprensa
Arquidiocese de Campinas

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Rito de Bênção e recepção de Pálio deste ano terá alterações

Cidade do Vaticano (Quinta-feira, 28-06-2012, Gaudium Press) Como acontece tradicionalmente durante a festividade de São Pedro e São Paulo, 29 de junho, o Santo Padre Bento XVI, entregará os Pálios aos Arcebispos que foram nomeados durante os últimos 12 meses.

O Pálio é um paramento litúrgico (uma faixa de lã branca que representa a ovelha que Jesus, o bom pastor, carrega em suas costas) que o Pontífice entrega exclusivamente aos Arcebispos Metropolitanos para manifestar a autoridade dos religiosos das maiores arquidioceses do mundo na união com o Bispo de Roma, o Papa.

Este ano o rito de benção e entrega dos Pálios sofrerá uma pequena modificação. O rito ocorrerá antes do início da Santa Missa, celebrada na Basílica de São Pedro. Antigamente ele ocorria dentro da Celebração Eucarística, após a homilia.

Dom Guido Marini, mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, explicou ao "L'Ossevatore Romano", que "a mudança foi aprovada pelo Santo Padre e deve-se a três motivos diferentes, mas estritamente relacionados entre si".

Pretende-se sobretudo "abreviar a duração do rito". Mas o objetivo é o de "evitar que a celebração Eucarística seja interrompida por um rito muito longo, que poderá tornar mais difícil a participação atenta e recolhida na Santa Missa". "Basta considerar que o número de metropolitas gira em torno de 45 a cada ano", declarou o mestre de cerimônias.

Além disso, "os ritos que se inserem na celebração Eucarística depois da homilia normalmente são ritos sacramentais. A imposiçãodo pálio, por sua vez, não tem nenhuma natureza sacramental", continuou o prelado.

Neste ano, 46 novos arcebispos metropolitanos receberão o pálio das mãos do Papa. Entre estes estão dois cardeais (Rainer Maria Woelki, de Berlim, e Francisco Robles Ortega, de Guadalajara), além do patriarca de Veneza, Francesco Moraglia.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Mais de 40 Arcebispos receberão o pálio de Bento XVI na sexta-feira 29 de junho

Cidade do Vaticano (27-06-2012, Gaudium Press) Na próxima sexta-feira, 29, Solenidade de São Pedro e São Paulo, o Santo Padre Bento XVI abençoará e imporá o Pálio em mais de quarenta arcebispos.

Dentre os novos arcebispos que receberão o Pálio neste ano estão sete brasileiros:
Dom José Francisco Rezende Dias, Arcebispo de Niterói (RJ)
Dom Airton José dos Santos, Arcebispo de Campinas (SP)
Dom Esmeraldo Barretos de Farias, Arcebispo de Porto Velho (RO)
Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, Arcebispo de Teresina (PI)
Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba (MG)
Dom Wilson Tadeu Jonck, Arcebispo de Florianópolis (SC)
Dom Jaime Vieira da Rocha, Arcebispo de Natal (RN)
(Nota: as fotografias dos novos arcebispos podem encontrar-se em:
No dia seguinte à cerimônia de imposição dos pálios, realizada na Basílica de São Pedro, o Santo Padre receberá os novos arcebispos com seus familiares, amigos e os peregrinos diocesanos em uma audiência especial.

O que é o Pálio
O pálio é uma faixa branca em forma de colarinho, adornada com seis cruzes de seda negra. É a insígnia exclusiva dos arcebispos residenciais ou metropolitanos. É semelhante a uma estola e é utilizada da mesma forma que o escapulário.

A lã significa a aspereza da repreensão aos rebeldes; a cor branca, a benevolência com os humildes e penitentes. A forma circular que cobre os ombros é o temor do Senhor.

As quatro cruzes situadas na frente e atrás, à direita e a esquerda simbolizam a vida, a ciência, a doutrina e o poder. Essas cruzes também são símbolos das quatro virtudes cardeais, justiça, prudência, temperança e fortaleza. Na parte de trás do pálio encontra-se representada a virtude da justiça: o prelado deve velar para dar a cada qual o seu. Na parte posterior, a virtude da prudência: o prelado deve fugir de dúvidas e pensamentos nocivos. À esquerda do pálio, está representada a virtude da coragem: o prelado não deve sucumbir nas adversidades. À direita, está a virtude da temperança: o prelado não deve descontrolar-se na prosperidade.

Os pálios junto a tumba de São Pedro
O pálio é confeccionado com a lã de cordeiros que todos os anos, na festa de Santa Inês, Virgem e Mártir, 21 de janeiro, são abençoadas pelo pontífice. Após estarem confeccionados, os Pálios são guardados em uma urna de prata na capela da tumba de São Pedro, na Basílica Vaticana.

Além de símbolo da unidade que vincula os pastores das Igrejas particulares com o Sucessor de Pedro, Bispo de Roma, o pálio é também um convite aos sacerdotes e aos fiéis das distintas dioceses a estarem cada vez mais em uma autêntica comunhão com seus pastores e entre todos os membros da Igreja.

Com isso se quer significar o valor e sentido como expressão de comunhão eclesial dos Arcebispos metropolitanos com o Papa, e a partir deles, com os bispos de suas dioceses sufragâneas. Na estrutura da Igreja, as dioceses se agrupam em províncias eclesiásticas a frente das quais se encontram os arcebispos metropolitanos.

O fato de que o pálio seja imposto em uma celebração conjunta a todos os novos arcebispos de cada ano expressa igualmente a universalidade e catolicidade da Igreja unidas na Sé Apostólica. (EPC)

domingo, 24 de junho de 2012

Vâo chegando a Roma os novos Arcebispos da Igreja

Arcebispo de Campinas celebra em Roma na igreja dos Arautos do Evangelho

Na tarde do dia 17 de junho, Dom Airton José dos Santos, Arcebispo Metropolitano de Campinas, viajou em Comitiva para Roma na companhia de Dom Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Emérito de Campinas, e de dez padres do clero de Campinas (Mons. João Luiz Favero, Mons. Roberto, Pe. Dalmirio, Pe. Marcelo, Pe. Marcos, Pe. Marco, Pe. Moacir, Pe. Rafael, Pe. Rodrigo, Pe. Wilson) e de dez familiares e amigos que o acompanharão nas celebrações da Recepção do Pálio dado pelo Papa Bento XVI aos novos Arcebispos de todo o mundo.
De Mogi das Cruzes podemos ver nas fotografias ao Diácono Permanente Rev.mo Valmir Donizeti e sua esposa; e ao casal Claudio e Ivone.
 
 
 

Neste domingo, festividade de Sâo Joâo Batista, Dom Airton José dos Santos, novo Arcebispo de Campinas, celebrou a Santa Missa, às 8:30 da manhâ, na igreja de Sâo Benedetto, no Trastevere, que fica aos cuidados dos Arautos do Evangelho, na Díocéses do Papa.

Recepção do Pálio por Dom Airton José dos Santos
No próximo dia 29 de junho às 9h00 (5h00 no Brasil) , Solenidade de São Pedro e São Paulo, Dom Airton José dos Santos estará entre os arcebispos do mundo todo que, nomeados de um ano para cá, receberão o Pálio das mãos do Santo Padre, o Papa Bento XVI, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

O Pálio é um teçido de lã branca, com cerca de cinco centímetros de largura e dois apêndices. Nele estão bordadas seis cruzes. É confeccionado com a lã de dois cordeirinhos, ofertados ao Papa por jovens romanas, no dia 21 de janeiro de cada ano, data da festa de Santa Inês. A lã posteriormente é tecida pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma. Nos primeiros séculos da era cristã, o Pálio era usado exclusivamente pelos papas. A partir do sexto século é que passou a ser usado também pelos arcebispos metropolitanos. Os pálios são abençoados pelo Papa e colocados sobre o túmulo do Apóstolo São Pedro, sobre o qual está o altar principal da Basílica Vaticana. No dia 29 de junho, os pálios são dali levados para a celebração eucarística e colocados sobre o colarinho dos novos arcebispos.

No início de seu pontificado, o Papa Bento XVI se referiu ao Pálio com as seguintes palavras: “tecido em lã pura, que me é colocado sobre os ombros (…), a lã do cordeiro pretende representar a ovelha perdida ou também a doente e frágil, que o pastor coloca sobre os ombros e conduz às águas da vida”. Afirmou ainda, “o pálio diz antes de tudo que todos nós somos guiados por Cristo (…), ao mesmo tempo convida-nos a levar-nos uns aos outros.” O simbolismo da lã pura sobre os ombros recorda o Bom Pastor que leva as ovelhas consigo e, as cruzes bordadas em lã negra lembram as chagas de Cristo e sua Paixão salvadora.

Por que os arcebispos recebem o pálio? A Igreja Católica está dividida em províncias eclesiásticas, cada uma delas formada por algumas dioceses (não há número determinado). As dioceses de Amparo, Bragança Paulista, Limeira, Piracicaba e São Carlos, juntamente com a Arquidiocese de Campinas, formam a Província Eclesiástica de Campinas, criada em 1958. O pálio, simbolizando a comunhão do metropolita com o Bispo de Roma, é usado sobre os paramentos durante as celebrações litúrgicas realizadas na sua respectiva província eclesiástica.

Cada ano cerca de trinta e cinco arcebispos do mundo inteiro recebem o pálio. Quando retornam para suas arquidioceses, levam não só o colarinho de lã que lhes foi imposto pelas mãos do sucessor de São Pedro, mas também o compromisso de traduzir nas atividades pastorais aquilo que esse tradicional sinal litúrgico representa, isto é, a fé em Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador, o compromisso de imitar o Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas, e a comunhão com a Sé Apostólica.

Rezemos pelo Santo Padre, o Papa Bento XVI, e por nosso Arcebispo Dom Airton José dos Santos que em breve celebrarão juntos na Solenidade de São Pedro e São Paulo.

http://www.arquidiocesecampinas.com/imprensa/dom-airton-parte-hoje-em-comitiva-para-a-recepcao-do-palio-em-roma/

terça-feira, 17 de abril de 2012

Novas fotos da Posse de Dom Airton em Campinas

 
 
 

 

 

Noticia da Arquidiocese de Campinas sobre a Posse de Dom Airton - 120416


segunda-feira, 16 de abril de 2012


Posse Canônica de Dom Airton José dos Santos na Arquidiocese de Campinas

A Igreja Particular de Campinas celebrou, no momento em que a Igreja vivia, em sua liturgia, o 2º Domingo da Páscoa, também chamado de Domingo da Divina Misericórdia, a posse canônica de Dom Airton José dos Santos, em 15 de abril, na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora. Cerca de 3.500 pessoas estiveram presentes à cerimônia, que acolheu aproximadamente 300 padres, 45 bispos, prefeitos, autoridades e fieis dos nove municípios que compõem a Arquidiocese de Campinas.

Nomeado em 15 de fevereiro deste ano pelo Papa Bento XVI, o novo Arcebispo Metropolitano de Campinas contou, ainda, com o carinho de familiares e de amigos da Diocese de Mogi das Cruzes, da qual era bispo até então, e que compareceram à sua posse.

Dom Airton torna-se 7º Bispo e 5º Arcebispo da Arquidiocese, sucedendo Dom João Batista Corrêa Nery (1908-1920); Dom Francisco de Campos Barreto (1920-1941); Dom Paulo de Tarso Campos (1941-1968); Dom Antônio Maria Alves de Siqueira (1968-1982); Dom Gilberto Pereira Lopes (1982- 2004); e Dom Bruno Gamberini (2004-2011).

Rito de Posse

O Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer presidiu a celebração inicialmente. Após a saudação aos presentes, Dom Odilo pediu para que fosse lida a Bula de Nomeação de Dom Airton. A leitura foi realizada pelo Cônego Jerônimo Furian, reitor da Basílica de Nossa Senhora do Carmo e secretário do Cabido Metropolitano.

Após a leitura da nomeação, padre Julio César Calusni, chanceler da Arquidiocese, fez a leitura da Ata de Posse que foi assinada por Dom Airton José dos Santos e referendada pelos cardeais Dom Odilo Pedro Scherer, Dom Raimundo Damasceno Assis, Dom Claudio Hummes e o Arcebispo Emérito Dom Gilberto Pereira Lopes.

Em seguida à leitura dos documentos pontifícios, Dom Odilo e Dom Gilberto fizeram a entrega do Báculo Arquidiocesano, convidando Dom Airton a assumir a Cátedra como novo Arcebispo Metropolitano de Campinas.

Já na condição de Arcebispo Metropolitano, Dom Airton passa a presidir a celebração, e recebe a saudação por parte do representante dos Leigos e Leigas, dos Religiosos e Religiosas e por parte do clero Arquidiocesano. Em todas as falas, foi realçada a importância do trabalho orgânico em comunhão com o Bispo em vista de uma Igreja que se Renova, que Acolhe e realiza o Serviço Solidário.

Homilia

Em sua primeira homilia, Dom Airton ressaltou a importância da Arquidiocese de Campinas e a responsabilidade que será dirigi-la. Ressaltou que a Igreja é missionária por natureza e que é conclamada a proclamar a paz do ressuscitado, como lembra o Evangelho.

Saudações

Dom Airton recebeu as saudações do prefeito, de Campinas Dr. Pedro Seraphim Junior, que falou em nome dos nove prefeitos municípios que a Arquidiocese abrange. O Arcebispo recebeu a saudação da Deputada Estadual Célia Leão, que representava o Governador Geraldo Alkminn. A magnífica reitora da PUC-Campinas, universidade da qual Dom Airton passou a ser Grão-Chanceler, Angela de Mendonça Engelbrecht, também acolheu o novo arcebispo.

Nomeações

Ao final da celebração, por meio da leitura de seu primeiro Decreto como Arcebispo, Dom Airton confirmou os cargos e ofícios desempenhados até então na Arquidiocese, mantendo, assim, a estrutura eclesial. Os referidos coordenadores de pastorais e comissões, regiões episcopais e párocos permanecem à frente dos serviços que vêm realizando. Dom Airton nomeou, ainda, Monsenhor João Luiz Fávero e Dom Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Emérito, como Vigários Gerais da Arquidiocese.

Fotos da Posse Canonica de Dom Airtom como Arcebispo de Campinas

 
 
 
 
 
 

Três Cardeais e mais de 40 Arcebispos e Bispos prestigiam Posse do novo Arcebispo de Campinas



Dom Aírton José dos Santos toma posse da Arquidiocese de Campinas
16 de Abril de 2012

Campinas (SP) (Segunda -feira, 16 de abril de 2012, Gaudium Press) Nesse domingo denominado "da Misericórdia", tomou posse o novo Arcebispo Metropolitano de Campinas, Dom Aírton José dos Santos.

O evento foi realizado nas dependências do Liceu Salesiano de Campinas, mais concretamente, no interior da Igreja Paroquial de Nossa Senhora Auxiliadora que substituiu a Catedral Arquidiocesana que não conteria o número de convidados, autoridades e fiéis participantes da concorrida cerimônia.

Dom Aírton chegou ao local com alguns minutos de antecedência e foi recebido pelo Administrador Diocesano, Mons. João Luiz Fávero.

Depois dos cumprimentos aos Cardeais Dom Odilo Scherer, de São Paulo; Dom Damasceno, Arcebispo de Aparecida e a Dom Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo, e aos Arcebispos e Bispos que lhe esperavam, tudo estava pronto para o inicio da cerimônia de posse do 7.º Bispo diocesano e 5.º Arcebispo Metropolitano de Campinas.

Tendo sido ocupados todos os bancos e com os corredores repletos de pessoas em pé, foi necessário utilizar o páteo do Liceu onde foram colocados telões diante dos quais se acomodaram várias centenas de pessoas que, só assim, puderam assistir a posse do novo Arcebispo.

O, propriamente dito, início da cerimônia, deu-se no átrio da Igreja. Lá encontravam-se reunidos Sacerdotes, Diáconos e seminaristas diocesanos e também delegações de outras dioceses, entre elas uma numerosa representação da Diocese de Mogi das Cruzes, onde Dom Aírton exerceu seu pastoreio até ser nomeado Arcebispo de Campinas.

Dom Airton vestia a roupa Coral própria para a ocasião e foi recebido oficialmente na Arquidiocese pelo Cabido Metropolitano e o Colégio dos Consultores.

Mons. Fávero apresenta um Crucifixo ao novo Arcebispo que o oscula para, em seguida, receber o aspersório de Água Benta, com o qual asperge-se a a si mesmo e aos presentes.

Em seguida Dom Aírton é conduzido por Monsenhor João Luiz Fávero e Monsenhor Fernando de Godoy Moreira até diante do Sacrário onde ele, de joelhos, faz, por alguns instantes uma adoração ao Santíssimo Sacramento. Dali ele é conduzido até a sacristia onde é paramentado para a celebração do Santa Missa, que se desenvolve segundo o rito estacional.

No interior da igreja, ouve-se, então, a Orquestra e o Coro Arquidiocesano, sob a regência do jovem Maestro Clayton Dias, que executam o hino do compositor Anton Bruckner "Ecce Sacerdos Magnus" ("Eis o grande sacerdote que em seus dias agradou ao Senhor...").

O Padre José Luis Araújo, que tem as funções de comentarista, vai anunciando e explicando o desenrolar da Celebração Eucarística e a cerimônia de posse que, então, acontece: Dom Airton José dos Santos toma Posse Canônica da Arquidiocese de Campinas como seu 7.º Bispo e 5.º Arcebispo. Isto é motivo de uma grande ação de graças da parte de toda a comunidade arquidiocesana que recebe "aquele que será o sinal da Unidade, a presença visível de Cristo, Cabeça da Igreja, Pastor do povo", diz o comentarista desde o ambão colocado no presbitério.
Nos bancos centrais estavam as autoridades civis. Além do Prefeito de Campinas, estavam presente os Prefeitos de outros municípios que compõem a Arquidiocese: Elias Fausto, Hortolândia, Indaiatuba, Monte Mor, Paulínia, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.

Também estava presente o General Tomás Mine Ribeiro, Comandante da 11.ª Brigada do Exército em Campinas, além de autoridades vindas de Mogi das Cruzes, deputados estaduais e federais. Do mundo cultural esteve presente a Reitora da Pontifícia Universidade de Campinas, da Sociedade Campineira de Educação, diretores de colégios católicos e outros.

A igreja estava repleta de fiéis

Os bancos da direita da Igreja foram ocupados pelos sacerdotes concelebrantes procedentes de outras Dioceses. Nas colunas de bancos laterais havia grande número de religiosas de diversas congregações, além de representantes de movimentos de leigos e dos movimentos que trabalham nas paróquias. Chamou a atenção, pelo número e por sua juventude, os membros femininos dos Arautos do Evangelho, que vieram da Diocese de Bragança Paulista, onde têm sua Casa Mãe, no Município de Caieiras.

Além dos Padres Arautos do Evangelho, estavam presente seminaristas dos Legionários de Cristo (com seminário na Diocese de Mogi das Cruzes) e seminaristas dos Arautos do Evangelho (com seminário em Caieiras, Diocese de Bragança Paulista) e um numeroso grupo de Cooperadores Terciários dos Arautos do Evangelho de Mogi das Cruzes, muito ligados e gratos a seu ex-bispo.

A família do novo Arcebispo ocupava bancos especialmente reservados para seus membros. Entre o clero religioso estava um Sacerdote Redentorista que é sobrinho de Dom Airton. (JSG)

http://www.suzanochacara.blogspot.com/

sábado, 14 de abril de 2012

Dom Airton, novo Arcebispo de Campinas, entrevistado pelo jornalista Wilson Cassanti

A missão de um Bispo em seu pastoreio, por Dom Airton

O que é ser padre?

A missão de um Bispo em seu pastoreio

Missão que começa muitos anos antes, com o chamado vocacional
A Arquidiocese de Campinas ainda se recuperava do falecimento de seu Arcebispo, Dom Bruno Gamberini, no segundo semestre de 2011. Dom Bruno havia partido de forma inesperada e deixava órfãos os municípios de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba, Elias Fausto, Monte Mor, Hortolândia, Paulínia e Sumaré. Ao mesmo tempo em que as comunidades se despediam e lembravam com carinho do pastor que os havia acompanhado por sete anos, havia um clima de esperança e ânimo pelo novo Arcebispo que os viria encontrar. Esta espera terminou no dia 15 de fevereiro, quando o Papa Bento XVI nomeou Dom Airton para Arcebispo Metropolitano.

Vindo da Diocese de Mogi das Cruzes, Dom Airton mostra ser um homem simples, que aprecia estar com as pessoas. Gosta de ler e de escrever, sempre que o tempo permite, e cultiva especial devoção a Nossa Senhora, a São José e ao Santo Padre. "Desde o princípio de minha vida sacerdotal, Nossa Senhora esteve presente. Fui ordenado padre no dia 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, que é Padroeira também aqui da Arquidiocese", comentou.

Ao fim de 2001, a Nunciatura Apostólica entrou em contato com Padre Airton, ordenado sacerdote em Santo André 16 anos antes. Ele seguiu para Brasília, para ouvir o que o Núncio à época, Dom Alfio Rapisarda, precisava lhe dizer: "O Santo Padre quer que o senhor continue em Santo André". Ao que Airton respondeu: "Mas eu vou ficar em Santo André, não estou me mudando de Santo André, ninguém me convidou para sair, então estou lá". "Mas como bispo", foram as palavras do Núncio Apostólico. Assim, ele tornou-se bispo auxiliar de Dom Décio Pereira.

"Na medida em que eu me coloco nessa dimensão de fazer a vontade de Deus ou de, ao menos, buscar compreender Sua vontade para realizá-la, sinto-me realizado como pessoa humana, porque estou em conexão direta com a minha origem, que é Deus. Se Ele me chama para um serviço na Igreja, para responder a um desafio, eu tenho de estar sempre disponível. Essa disponibilidade, essa abertura para aquilo que Deus me propõe é que me faz dar passos", aponta.

A consagração episcopal veio no dia 2 de marco de 2002. Em 04 de agosto de 2004, dia de São João Maria Vianney e Dia do Padre, foi nomeado para bispo de Mogi das Cruzes.  Bento XVI, em discurso a bispos recém-nomeados, em 2010, já afirmava: "A Igreja é 'noiva de Cristo' e o Bispo é o 'guardião' desse mistério". O Santo Padre enfatizava, assim, em sua mensagem, que ao bispo confia-se a aliança entre a Igreja e Cristo.

A partir da ordenação, o bispo recebe a missão de santificar, ensinar e governar sua Arquidiocese. Último e supremo grau do Sacramento da Ordem, o bispo é a autoridade máxima da Igreja particular local, em jurisdição e magistério, mas "não é um mero governante, ou um burocrata, ou um simples moderador e organizador da vida diocesana. São a paternidade e a fraternidade em Cristo que dão ao Superior a capacidade de criar um clima de confiança, acolhida, afeto, mas também de franqueza e justiça", disse Bento XVI.

Em entrevista ao jornalista Wilson Cassanti, Dom Airton falou sobre os valores que o nutriram e o acompanham por toda a vida. Ele nos revelou, com emoção, sua caminhada vocacional.

O senhor falou que é o primeiro de sete filhos. Gostaria que o senhor nos dissesse um pouquinho da sua infância, dos seus pais, onde o senhor nasceu.

Dom Airton: Nasci em uma cidadezinha que se chama Bom Repouso, uma cidadezinha pequena, muito agradável, apesar de que eu tenha saído desse local em 1964. Eu tinha oito anos naquela época. O sétimo irmão já nasceu em São Paulo, somos do ABC paulista. Passei dos oito anos de idade até os 21 anos, mais ou menos, vivendo ali no ABC como criança ainda, adolescente, jovem e, depois trabalhando ali no ABC.

Entrei no seminário em 1979 e lá fiquei até 1985, quando fui ordenado padre. Permaneci na própria diocese trabalhando até o ano de 1998, quando fui enviado a Roma, para os estudos. Eu tenho saudades da minha infância, adolescência e juventude, porque era um tempo bom em que a gente se encontrava com a família; um tempo em que nós estávamos perto dos pais – pai, mãe e irmãos. Depois, cada um foi tomando o seu rumo, fazendo a sua história, mas isso fica na lembrança. E, até hoje, quando nós nos encontramos, os irmãos, a gente acaba se recordando daquela época. Nós não temos tanto tempo para estar juntos, sempre juntos, mas as lembranças dos tempos que estávamos juntos, elas são muitos vivas.

Sabemos que os pais do senhor são falecidos. O senhor pode nos falar um pouco sobre eles?

Dom Airton: Meus pais eram muito simples e pessoas muito devotas, tanto é que eu e meus irmãos todos nos chamamos José. As mulheres todas se chamam Maria. Meus pais eram de uma devoção muito simples a Nossa Senhora, amparada, talvez, pela pregação dos padres redentoristas, já que, no Sul de Minas, existe uma influência muito grande da presença destes religiosos e, àquela época, que eu me recordo ainda dos primeiros anos da infância, está a lembrança muito forte do padre Vitor, que influenciou muito a história da minha cidade, não só da minha família. Nós ouvíamos o rádio, as pregações. Esse ambiente de religiosidade e devoção foi um ambiente muito rico e meus pais sempre transmitiram isso, com muita simplicidade, mas também com muita vivacidade. Meus pais eram pessoas muito atentas às coisas todas da vida e às coisas da família, e viram o tempo em que viveram, se esforçaram e trabalharam incansavelmente para que nós pudéssemos ter trabalho, ter estudo, ter simplicidade de vida, a certeza e a esperança que eles tinham. 

Deles, ficou a certeza de que a vida não é tão ruim apesar dos sofrimentos, apesar das dificuldades, e a esperança de que, no futuro, nós podemos construir um mundo melhor. Essa era uma certeza que animava meus pais.

Como surgiu sua vocação sacerdotal e qual foi a reação de seus pais quando o senhor chegou a casa e falou "Eu vou ser padre"?

Dom Airton: Quando criança ainda, depois de adulto, minha mãe já dizia que já sabiam que eu talvez fosse ser padre. Mas nunca houve nenhuma conversa específica sobre isso. Nunca meus pais falaram, especificamente, de vocação, mas a vida que eles testemunharam me falava da vocação, da entrega a Deus, da busca pela vontade de Deus.

Com 16 anos, falei para os meus pais que eu pensava em ser padre, e procurei, naquela época, o padre da minha paróquia em Santo André. Minha família não teve nenhuma reação "estranha", porque seria normal, em minha casa, que alguém quisesse ser padre. Não era nada estranho… a nossa vida de católicos permitia esse tipo de opção. Mas, naquela ocasião, não entrei no seminário, porque precisava terminar os estudos.

Fiz aquilo que era necessário, fiz o ensino médio, o colegial e, depois, então, falei para meus pais: "Olha, ano que vem entro no seminário!". Meu pai disse: "Então vamos conversar!". Aí foi a primeira conversa – vamos dizer assim – boa e forte que ele teve comigo com relação aquilo que eu estava propondo para minha vida. A primeira coisa que ele me perguntou: "Você sabe bem o que você está escolhendo? O que significa ser padre?". E ele me explicou o que significava ser padre.

Ele nunca estudou, meu pai sabia assinar o nome – ele dizia até que sabia "desenhar" o nome. Ele não teve a oportunidade de frequentar uma escola, mas me ensinou o que significa ser padre. E, naquele dia em que nós conversamos, em que ele me disse o que significava ser padre, de fato eu pensei (e pensei uma semana a mais) antes de falar com o promotor vocacional. "Será que depois dessa conversa é isso mesmo que eu quero?". Foi a primeira conversa e nunca mais meu pai falou a respeito de eu ser padre. Foi uma conversa "curta e grossa", com todo conteúdo que era necessário, mas também com toda objetividade que era necessária.

Uma curiosidade que surge agora: o que significa ser padre?

Dom Airton: O que meu pai me disse naquela época: é não ser dono de si mesmo. O padre não pode ter uma vida muito sua, porque terá de estar à disposição das pessoas, terá de ouvir muita coisa, enfrentar muitas dificuldades, superar conflitos. O padre tem de ser uma pessoa alegre para todos, uma pessoa disponível para todos, uma pessoa que saiba acolher a todos. Não pode ser uma pessoa bruta, rígida.

Ele ainda me disse: "olha, além de tudo tem que ser uma pessoa muito, muito séria"; sério, para o meu pai, significava uma pessoa que não brincava em serviço, uma pessoa que não faz média com as coisas e que não tenta tirar vantagens pessoais. É isso o que eu levo para vida. É claro que, com o tempo, a gente vai descobrindo novas facetas daquele mesmo discurso que ele me fez, mas aquela referência, que é a primeira, permanece como uma rocha.

Quais são suas expectativas, agora, para Campinas?

Dom Airton: A minha expectativa é de que eu possa estar no meio do povo de Deus; acho que não existe alegria maior do que essa. Como lembravam os Salmistas, como é bom encontrarmos o povo que confia em Deus, estar na casa de Deus, como é bom estarmos juntos para celebrar Sua grandeza e Sua glória.
Entrevista concedida ao jornalista Wilson Cassanti, Setor Imprensa da Arquidiocese de Campinas em 16 de março de 2012 no Palácio Lumen Christi.
Acompanhe o Especial da Posse no site www.arquidiocesecampinas.com/arcebispo  

Dom Airton na Revista "A Tribuna" da Arquidiocese de Campinas


Revista A TRIBUNA da Arquidiocese de Campinas

Número especial dedicado ao novo Arcebispo Metropolitano: Dom Airton José dos Santos.

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Posse Canônica de Dom Airton José dos Santos na Arquidiocese de Campinas será trasmitida pela TV Século XXI

A posse de Dom Airton José dos Santos
será realizada em 15 de abril de 2012
(Domingo da Misericórdia),
às 10:00 horas,
na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora (Liceu).





Rua Baronesa Geraldo de Resende, 330
13075-270 – Campinas – SP
+55 (19) 3241.9713


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Noticias da Globo anunciam posse de Dom Airton em Campinas

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13/04/2012 10h22 - Atualizado em 13/04/2012 10h22

Novo arcebispo metropolitano de Campinas toma posse domingo

Dom Airton José dos Santos assumirá cargo no Liceu Salesiano, às 10h.
Celebração poderá ser acompanhada pelos fiéis, segundo a organização .

Dom Airton José dos Santos com o papa Bento XVI (Foto: Arquidiocese)
Dom Airton José dos Santos com o papa Bento XVI
(Foto: Arquidiocese)

A cerimônia de posse do novo Arcebispo Metropolitano de Campinas, Dom Airton José Dos Santos, acontecerá no  domingo (15), na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora do colégio Liceu Salesiano, no Taquaral, em Campinas (SP). O evento tem início às 10h e é aberto para o público.

De acordo com a organização, 34 bispos de todo o país e pelo menos 200 padres já confirmaram a presença para a cerimônia e aproximadamente 3 mil fiéis são esperados. Um telão foi instalado no pátio da escola para que a celebração  possa ser acompanhado mesmo do lado de fora.
O novo arcebispo vai suceder  Dom Bruno Gamberini que morreu em agosto de 2011. Dom Airton, que conduzia a Diocese de Mogi das Cruzes, foi nomeado para o cargo em fevereiro, pelo Papa Bento XVI.

A cerimônia será presidida pelo Arcebispo de São Paulo, o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer. Após a abertura do evento, acontece o ritual da posse em que a bula de nomeação do bispo, enviada pelo Vaticano, é lida. Em seguida, Dom Airton receberá o báculo, o bastão cerimonial que todos os bispos de Campinas carregaram desde Dom Nery, o primeiro nomeado na cidade. Ao final dos rituais, o novo arcebispo dará início à missa junto aos fiéis.